quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Pesquisa traça perfil do consumidor on-line


Homens são maioria, e gasto médio mensal é de 118 reais

Uma pesquisa do instituto Ibope, divulgada nesta quarta-feira, mostra que a maioria das pessoas que fazem compras on-line no Brasil são homens, pertence às classes A e B, tem grau de escolaridade alto, quer produtos de uso pessoal e gasta em média 118 reais por mês nas transações.

As classes A e B são responsáveis por 61% do total do e-commerce, a classe C responde por 35% dos consumidores virtuais, e as D e E somadas, 4%.

A idade média do consumidor das lojas virtuais é de 33 anos. Quase a metade dos compradores on-line - 48% - tem entre 25 e 44 anos de idade. Outros 32% têm entre 15 e 24 anos, e 19%,  mais que 45 anos.

Os homens estão mais habituados a fazer compras pela internet: são 54% dos clientes.
O estudo revelou que 36% dos clientes estão matriculados em instituições de ensino, 32% falam uma segunda língua e 37% moram nas cidades do Rio de Janeiro ou de São Paulo.

Entre os produtos preferidos estão livros (30%), telefones e acessórios para celulares (20%), eletrodomésticos (18%) e produtos de tecnologia pessoal (17%), como câmeras digitais ou MP3 players.

A pesquisa foi realizada on-line com 2.500 internautas do Brasil entre 15 e 64 anos de idade.

Daonde? Veja.com

terça-feira, 23 de novembro de 2010

"10 Estratégias de Manipulação" através da mídia.

O linguista Noam Chomsky elaborou a lista das "10 Estratégias de Manipulação"através da mídia.
1. A estratégia da distração. O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundação de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir que o público se interesse pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado; sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja com outros animais (citação do texto "Armas silenciosas para guerras tranquilas").
2. Criar problemas e depois oferecer soluções. Esse método também é denominado "problema-ração-solução". Cria-se um problema, uma "situação" previsa para causar certa reação no público a fim de que este seja o mandante das medidas que desejam sejam aceitas. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o demandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para forçar a aceitação, como um mal menor, do retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços púbicos.
3. A estratégia da gradualidade. Para fazer com que uma medida inaceitável passe a ser aceita basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, por anos consecutivos. Dessa maneira, condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990. Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que teriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4. A estratégia de diferir. Outra maneira de forçar a aceitação de uma decisão impopular é a de apresentá-la como "dolorosa e desnecessária", obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrificio imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Logo, porque o público, a massa tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isso dá mais tempo ao público para acostumar-se à ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5. Dirigir-se ao público como se fossem menores de idade. A maior parte da publicidade dirigida ao grande público utiliza discursos, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade mental, como se o espectador fosse uma pessoa menor de idade ou portador de distúrbios mentais. Quanto mais tentem enganar o espectador, mais tendem a adotar um tom infantilizante. Por quê? "Ae alguém se dirige a uma pessoa como se ela tivesse 12 anos ou menos, em razão da sugestionabilidade, então, provavelmente, ela terá uma resposta ou ração também desprovida de um sentido crítico (ver "Armas silenciosas para guerras tranquilas")".
6. Utilizar o aspecto emocional mais do que a reflexão. Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional e, finalmente, ao sentido crítico dos indivíduos. Por outro lado, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de aceeso ao inconsciente para implantar ou enxertar ideias, desejos, medos e temores, compulsões ou induzir comportamentos...
7. Manter o público na ignorância e na mediocridade. Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. "A qualidade da educação dada às classes sociais menos favorecidas deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que planeja entre as classes menos favorecidas e as classes mais favorecidas seja e permaneça impossível de alcançar (ver "Armas silenciosas para guerras tranquilas").
8. Estimular o público a ser complacente com a mediocridade. Levar o público a crer que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto.
9. Reforçar a autoculpabilidade. Fazer as pessoas acreditarem que são culpadas por sua própria desgraça, devido à pouca inteligência, por falta de capacidade ou de esforços. Assim, em vez de rebelar-se contra o sistema econômico, o indivíduo se autodesvalida e se culpa, o que gera um estado depressivo, cujo um dos efeitos é a inibição de sua ação. E sem ação, não há revolução!
10. Conhecer os indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem. No transcurso dosúltimos 50 anos, os avançosacelerados da ciência gerou uma brecha crescente entre os conhecimentos do público e os possuídos e utilizados pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" tem disfrutado de um conhecimento e avançado do ser humano, tanto no aspecto físico quanto no psicológico. O sistema conseguiu conhecer melhor o indivíduo comum do que ele a si mesmo. Isso significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos, maior do que o dos indivíduos sobre si mesmos.

* Linguista, filósofo e ativista político estadunidense. Professor de Linguística no Instituto de Tecnologia de Massachusetts

Tim Burton cria conto colaborativo via Twitter p promover mostra em museu

Tim Burton, o renomado diretor de 'Sweeney Todd' e 'Alice no País das Maravilhas', está criando o seu próprio conto colaborativo na web, com a ajuda do Twitter. Conhecido na literatura como 'Cadáver esquisito', a composiçao tem início com uma frase do próprio Tim Burton e ganha vida com a contribuiçao dos tuiteiros, que devem usar a hashtag 'BurtonStory'. Os melhores tuites sao selecionados para continuar a história, em um projeto que deve se estender até 6 de dezembro, dia da inauguraçao da exibiçao dos trabalhos de Burton em um museu em Toronto, no Canadá. Os mesmos trabalhos foram expostos no MoMA de NY, onde receberam a 3a maior audiência da história do museu. Com informaçoes do Mashable.


Tim Burton cria conto colaborativo via Twitter p promover mostra em museu


Via Bluebus

Rede social de drinks

http://kooler.me/


Cada dia um drink novo!

domingo, 21 de novembro de 2010

Ah, o café...

http://www.youtube.com/watch?v=gTZUiiEzegs&feature=player_embedded#at=152

taí a explicação do porquê que ainda tô no capuccino e não aderi ao expresso... hehehe

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Boutiques.com - experiência de compra personalizada

Google também está interessado em moda, lança o site Boutiques.comO Google anunciou ontem o lançamento do Boutiques.com que descreve como "uma experiência de compras personalizada". O site é praticamente um paraíso do consumo fashion - exibe diferentes estilos de roupas e acessórios para todos os gostos. É possível escolher, por exemplo, entre celebridades, estilistas, varejistas, consultores de moda e conferir as suas indicações.


Os usuários também podem criar sua própria boutique - uma página exclusiva com os itens que mais gostam, e receber sugestoes de acordo com o seu perfil. O site ainda sugere o que cai bem com determinada peça e permite localizar itens por cor, estampa e tamanho, por exemplo. Por enquanto o Boutiques.com abrange apenas moda feminina e as compras só podem ser feitas a partir dos EUA. Saiba mais no blog do Google.


Via: Bluebus


quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Redes sociais, o filme

O que tá na moda não incomoda. Belo ditado que define o que está acontecendo hoje em dia neste fenômeno chamado redes sociais.


Todo mundo “curtindo”, compartilhando, se expressando. Mas como tudo isso começou? Esse filme retrata a origem do Facebook e, também, como funciona o comportamento humano perante tudo isso.

Um milhão de dólares não é legal. Sabe o que é legal? Um bilhão.

Trailer aqui: http://www.youtube.com/watch?v=cRSTySErIHg&feature=channel

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

We all want to be young

O filme 'We All Want to Be Young' é o resultado de diversos estudos realizados pela BOX1824 nos últimos 5 anos. A BOX1824 é uma empresa de pesquisa especializada em tendências de comportamento e consumo.
http://www.vimeo.com/16641689

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Barbie mais cara do mundo é leiloada em Nova York


Boneca custou mais de 302 mil dólares; renda será revertida para pesquisas contra o câncer de mama















Uma boneca Barbie usando colar com diamante cor-de-rosa se transformou nesta quarta-feira na mais cara do mundo, ao ser vendida por US$ 302.500 na sede nova-iorquina da casa de leilões Christie's.
A casa de leilões informou hoje que o valor atingido pela popular boneca loira bate o recorde mundial para uma Barbie, que até então era de uma vendida pela mesma casa de leilões em 2006 por US$ 17.091.

"É um símbolo feminino, um símbolo muito forte e um grande nome que todo mundo conhece", afirmou à Agência Efe o chefe da seção de joalheria da Christie's, Rahul Kadakia.

Não foram divulgados detalhes sobre o comprador. Sabe-se, no entanto, que o dinheiro da venda será destinado à Fudação para a Pesquisa do Câncer de Mama.
(com Agência EFE) 
Daonde? Veja.abril.com.br

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Pagando a corrida de táxi com chicletes

Para divulgar o lançamento do novo sabor 'Cool Mint + Melon Fresco', a Trident fará uma promoçao em NY na qual as pessoas poderão pagar a corrida de táxi com chicletes. No próximo dia 21, quem pegar um táxi em uma área específica da Times Square poderá viajar para qualquer lugar da cidade e pagar a conta apenas apresentando uma embalagem de Trident. 


A promoção faz parte de uma campanha cuja assinatura é 'Tao bom que você vai querer ser pago com chiclete!'. 


Via Bluebus

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Curiosidades do sul do Brasil

Aqui no sul do Brasil é assim:
Ou tu é Petista ou tu é PMDBista. O pôr –do-sol do Guaíba é o mais lindo do mundo! Gaúcho que é gaúcho não sente frio! E por aí vai...
Claro que há gaúchos que não são tão extermistas nestas questões gerais mas tem um assunto que não tem discussão: ou tu é Colorado ou é Gremista, e com letra maiúscula. E isso é lei.

Hoje lançaram um serviço especial para gremistas, o que prova que a  briga entre os times de futebol aqui no Sul não pára.
Encurtador de URL do grêmio: http://grem.io/

Pronto, agora dá para postar no Twitter sobre qualquer assunto e ainda lembrar do time! ;)

Esse encurtador foi desenvolvido pelo @tiagolocatelli

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Pensamento do dia

Se pensar em redes sociais e no nosso dia-a-dia o Clarice Lispector tem razão.


“Escrevo-te em desordem, eu sei. Mas é como vivo. Eu só trabalho com achados e perdidos”. Clarice Lispector.

Many-to-many - o fenômeno das redes sociais

Assisti ontem uma palestra do Maximídia (Many-to-many) referente a uma pesquisa realizada pelo IBOPE agora em setembro de redes sociais e acredito que alguns dados sejam bacanas de serem compartilhados.

A pesquisa foi realizada de 02 a 15/09/10 nas 11 principais regiões metropolitanas do país.
Mostra: 8.000 pessoas

Diferenças de 2000 para 2010:
Lar dos sonhos:
2000 – apartamento em prediozinho antigo
2010 – apartamento amplo

- Para 82% das pessoas que acessam rede social tiveram o Orkut como a 1ª rede social
Dessas pessoas, 50% usa atualmente menos Orkut que antes

- 60% dos entrevistados usam há 3 anos ou + redes sociais

Rede social é uma paixão nacional  -  Quem usa:
Classe AB: 45%
Classe C: 45%
Classe D: 10%

Rede social mais acessada:
Orkut: 91%
Facebook: 14%  (dos que acessam Facebook – 42% são classe A)
Twitter: 13%  (dos que acessam Twitter  – 28% são classe A)
Myspace: 2%
Sonico: 1%

Dos usuários de Twitter, 74% preferem seguir amigos e família e 60% celebridades e a artistas

Com relação a afirmação “Não imagino minha vida sem redes sociais”
29% concordam com a afirmação  -  Destes que concordam, 22% tem + de 40 anos

Quem tem intenção e ainda não entrou na rede social: 42% são classe “C”

Comprei celular e/ou troquei de aparelho para acessar a rede social
20% concordam  - nas capitais: 30% - Fortaleza; 29% Salvador

De onde acessa as redes sociais:
73% de casa
53% de lan house
37 % da casa de amigos
34% do trabalho

O que mais postam:
1º - scraps
2º fotos e notícias

54% afirmam que quando acessam internet não se sentem só

- Cada participante tem, em média, 270 amigos

- Redes sociais afetam o cérebro tanto quanto a paixão
“Fico muito feliz quando meus amigos “curtem” ou postam algo que eu gostei.”

73% trocam mensagem entre amigos

60% dos que acessam redes social acreditam que elas fornecem toda a informação que eles precisam
45% acreditam que não precisam mais de portais de notícias

Tecnografia das redes sociais
96% são watchers – só assistem o que é postado
83% são sharers – compartilham o que é visto
44% são commenters – avaliam e comentam
33% são producers – produzem o que é postado
10% são creators – criam o que é postado

Novela: rede social tem + comentários da novela 1 dia depois de um capítulo de > audiência
Ex.: Passione – Diana viu o que tem no computador do Gerson / Diana e Melina saem no tapa por causa do Mauro

- Consumidores não se incomodam com ações em redes sociais

Brasil acessa 46h/mês de internet
EUA acessa 30h/mês de internet

Nos EUA 85% das compras são influenciadas por redes sociais.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

NYTimes pede para leitores redesenharem o clássico logo 'I love NY

A JetBlue foi a 1ª empresa a receber autorizaçao para vincular sua marca ao clássico logo 'I love NY'. 


Inspirado na criaçao da companhia aérea, o NYTimes está pedindo aos leitores que façam o mesmo exercício com outra empresa à sua escolha, que também seja da cidade. Veja 1 exemplo + abaixo – que tal o pretzel no lugar do coraçao? 


NYTimes pede para leitores redesenharem o clássico logo 'I love NY'


NYTimes pede para leitores redesenharem o clássico logo 'I love NY'


Daonde? Bluebus.com.br

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Pesquisadores acreditam que as roupas podem dizer muito sobre as pessoas e a sociedade

Cortar o molde, alinhavar o tecido e passar na máquina de costura. O processo de confecção de uma roupa parece simples, mas no universo da moda nada acontece por acaso. Para criar uma roupa, um estilista precisa de muita pesquisa. Por trás de qualquer corte ou escolha de tecido, há toda uma lógica. O que as pessoas tiram do guarda-roupa todos os dias, mesmo que o ato pareça sem esforço, é resultado do que os especialistas no assunto criaram, discutiram e apresentaram. A moda cria linguagens, muda comportamentos e altera a mais básica expressão de uma sociedade — o modo de se vestir. Por isso, ela ganhou espaço no meio acadêmico, é objeto de pesquisas e se transformou em uma ciência humana.


Talvez pelo sucesso dos terninhos com saia, os chamados tailleurs, criados no ateliê parisiense de Coco Chanel ou pelos vestidos esvoaçantes cheios de cor de Cristian Dior, a influência do vestuário na sociedade começou a ser estudada a fundo na metade do século passado.


— Os primeiros desbravadores do assunto foram os italianos, que se aprofundaram nas pesquisas acadêmicas em assuntos como mercado, consumismo e as várias formas de interpretação que os consumidores tinham sobre a vestimenta como ferramenta de comunicação — explica Danilo Cañizares, coordenador do Ixel Moda, congresso latino-americano realizado na Colômbia. O especialista esteve no Brasil nesta semana para o 6º Colóquio Nacional de Moda.


As criações da alta-costura transitam tanto no âmbito da arte quanto no da ciência. No início, as pesquisas sobre esse universo eram mais focadas no aspecto social e artístico, mas hoje as áreas de estudo se expandiram.


— O vestuário não é apenas uma expressão do ser humano, é um negócio que tem disciplinas de estudo em marketing, estatística, técnicas de criação e de padronagem. Por causa do seu crescimento e do impacto que teve na vida moderna, as instituições educacionais têm estudos cada vez mais voltados para entender quais variáveis influenciam a sociedade e os desejos de consumo — afirma Cañizares.


De acordo com o colombiano, o sociólogo Francesco Morace e a antropóloga Elisabetta Passini, ambos italianos e criadores do Future Concept Lab, foram os pioneiros em pesquisas de comportamento social usando a moda como referência.


Para Lars Svendsen, filósofo norueguês e autor do livro Moda: uma filosofia (Jorge Zahar), muitos estudos foram desenvolvidos, porém grande parte dos acadêmicos ainda tendem a ver a moda como algo superficial, que não tem valor para ser objeto de um estudo apropriado.


— Discordo disso completamente, porque a moda tem um papel crucial no mundo moderno, onde a nossa identidade não é mais uma questão do que a nossa tradição cultural nos dá, mas uma extensão crescente das coisas que compramos. Então, se queremos nos entender melhor, nós precisamos entender como a moda funciona e como ela pode nos influenciar — disse.

Teoria e prática
Além de ajudar a explicar comportamentos sociais, os estudos fornecem importantes informações para a própria indústria, que passa a ter, com essas pesquisas, uma melhor noção de como pode atingir seu público. A evolução do mercado gerou ainda a necessidade de profissionais cada vez mais especializados. Criatividade e vontade não bastam para quem deseja trabalhar no universo fashion, é preciso conhecimento, que hoje obtém-se na universidade. A moda invade cada vez mais a academia. 
—  moda não é tão simples como se costuma pensar. As pessoas têm versões mitificadas do que é criação, mas existem métodos para isso. É mais do que natural, portanto, que esse universo seja estudado em um nível universitário e mais complexo — analisa Marco Antônio Viera, coordenador do curso de moda do Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb).
(...)
— Achar que tendência é mera observação é um erro. Existem estudos sociológicos feitos pelas grandes indústrias para isso — explica. — A maxibolsa, por exemplo, foi uma resposta para a necessidade das consumidoras, que precisam levar muita coisa quando saem de casa — completa.
Daonde? ClicRBS - Donna - Moda  |  19/09/2010 14h20min

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Hotel de luxo tem suítes da 'Barbie' a partir de R$ 3,7 mil


O hotel de alto luxo Plaza Athénée, em Paris, criou duas suítes "Barbie", em referência à famosa boneca, para garotas de três a 16 anos, com diárias a partir de 1,6 mil euros (cerca de R$ 3,7 mil). Os dois quartos são totalmente na cor rosa, dos tecidos de decoração aos móveis exclusivos fabricados especialmente para o hotel, com o nome da boneca assinado.
O projeto foi desenvolvido em parceria com a empresa Mattel, fabricante da boneca. O hotel informa que o objetivo foi recriar, com a decoração, "o universo da Barbie".
Até mesmo um computador laptop com a imagem da boneca foi especialmente criado para as hóspedes da suíte. O Plaza Athénée mandou fabricar também um cartão com o desenho da Barbie para ser pendurado sobre a porta, com a frase que pede para não ser incomodado, como hóspedes adultos fazem normalmente.
Casa de boneca
Inúmeros brinquedos, várias bonecas e uma casinha da Barbie integram a decoração das suítes, que inclui ainda almofadas, sofá e cadeira com o nome da boneca assinado e corações por todos os lados.
Um dos quartos, de 45 m², é ligado por uma porta ao quarto dos pais. A diária total das duas acomodações é 1,6 mil euros. Existe uma outra opção mais cara, da suíte "Deluxe", cuja diária custa 2,5 mil euros (R$ 5,7 mil).
O preço também inclui presentes. As crianças ganham uma edição especial da boneca Barbie, fabricada especialmente para o Plaza Athénée.
Preços
Com suítes que custam normalmente a partir de 1,8 mil euros (R$ 4,1 mil) por dia, o hotel registrou em julho, durante a temporada de verão na Europa, uma taxa de ocupação recorde de 95,5%.
A suíte real, que custa 22 mil euros por dia (cerca de R$ 50 mil), ficou lotada durante todo o mês de julho, segundo a assessoria de imprensa do hotel. O Plaza Athénée não fornece números, mas informa que parte da performance excepcional de julho pode ser atribuída ao aumento da clientela americana e brasileira.
A suíte Barbie funcionará até o início de setembro, quando a clientela de turistas em família é substituída pela de homens de negócios. Mas o hotel, segundo sua assessoria de imprensa, não exclui a possibilidade de relançar a suíte Barbie em um novo período de férias escolares. O hotel possui tradicionalmente uma importante clientela de turistas brasileiros ricos.


Daonde? BBC Brasil.com (terra.com.br)

terça-feira, 24 de agosto de 2010

H.Stern no País das Maravilhas

A coleção Alice no País das Maravilhas da H.Stern fez tanto sucesso na ocasião do lançamento do filme que ganhou o mundo em uma ligeira passagem por Nova York e, agora, viaja pelas principais lojas da joalheria Brasil afora. Em agosto, os anéis exclusivos – à venda apenas sob encomenda, levam três meses para ficarem prontos – estarão em exposição na loja do Iguatemi por alguns dias numa oportunidade única para vê-los ao vivo! A exposição fica no shopping Iguatemi de 26 a 31 de agosto (em POA/RS)

O desenvolvimento das peças partiu de elementos naturais do cenário de Alice, trazidos para as joias com impressionante riqueza de detalhes. A textura de galhos das árvores serviu de inspiração para fazer o entalhe de microscópicas ranhuras nos galhos de ouro. Rostos, como o do gato Cheshire ou do monstro Jabberwocky, foram esculpidos em diferentes materiais até que os ourives conseguissem representar no ouro seus traços e expressões.
No filme da Disney, Alice encolhe e se agiganta de tempos em tempos. Os anéis da H.Stern também foram criados em dois tamanhos: “dimensão humana” e “dimensão extraordinária”: os anéis maiores são esculturas que extrapolam tudo o que já se viu em termos de joalheria, chegando a medir quase 10 centímetros de altura.
Via Blog do Iguatemi

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

"Se sonhar um pouco é perigoso, a solução não é sonhar menos, é sonhar mais", M. Proust

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Marcas que valem uma fortuna

Marcas que valem uma fortuna

Valor de Flamengo, Corinthians e São Paulo, os mais poderosos do País, segundo estudo, ultrapassa R$ 500 milhões

Que o futebol é paixão nacional nunca ninguém duvidou. Que é um ótimo negócio muita gente já descobriu. Mas que o nome dos clubes representa uma fortuna, isso poucos haviam levado a sério. Agora, um estudo da empresa Crowe Horwath RCS mostra que a marca de cada um tem muito valor no mercado.

Flamengo e Corinthians, donos das maiores torcidas do País, e São Paulo, proprietário do maior estádio particular, valem cada um mais de R$ 500 milhões. Em que pese a dívida milionário da maioria, o fato é que, se souberem tirar proveito de seu nome, poderão se dar bem num futuro imediato.

A comparação com os grandes clubes do mundo ainda é surreal, mas é fato que os nacionais nem imaginavam que suas marcas valessem tanto. "E isso é muito importante, porque as marcas é que alavancam as empresas. Ou, num conceito simples, as marcas têm mais valor que as empresas", explica Amir Somoggi, diretor da área de esportes da Crowe Horwath RCS.

Foram utilizadas informações históricas disponíveis no mercado para mensurar a marca dos clubes, como dados financeiros, perfil e hábito dos torcedores, marketing, além de dados dos mercados nacional e local. As receitas foram consolidadas em cima de cálculos de marketing, estádio, sócios e mídia.

Esse estudo será publicado anualmente e as projeções têm dois pontos básicos, compreendidos entre 2003 e 2014 - seis anos antes e os seis próximos, até a Copa do Mundo do Brasil. Também é levado em conta o interesse do brasileiro pelo futebol. Segundo pesquisas, 67% da população acompanha a modalidade, sendo que o porcentual sobe para 82% entre os homens.

De acordo com o estudo, as receitas geradas pelos clubes brasileiros apresentaram evolução considerável, com crescimento de 115% no período de seis anos, a partir de 2003. Os recursos de transferências de atletas apresentaram taxa média de crescimento de 15% ao ano, as cotas de TV subiram 7%, a parte social e amadora aumentou 18%, os recursos de patrocínio e publicidade cresceram 20% e a bilheteria, 23%.

Ainda pelo estudo, as receitas que apresentaram maior crescimento são as associadas ao mercado, como a exploração de marketing e venda de ingressos. A receita com televisão, que evoluiu abaixo das outras fontes, deve ter melhora considerável com as vendas de pay-per-view. Já as com clube social e amador mostraram evolução surpreendente e são reflexo de projetos como o sócio-torcedor.

OS 12 MAIORES

O levantamento tomou por base 12 clubes, considerando que representam cerca de 125 milhões de torcedores no País (90% do total), que conquistaram 90% dos títulos entre 1971 e 2009 - período que compreende o atual Campeonato Brasileiro -, que apresentaram as maiores receitas (cerca de 67%), e que levaram juntos mais de 5 milhões de pessoas aos estádios no Brasileiro deste ano, 57% do total de público nas Série A e B.

Os clubes avaliados são os quatro grandes de São Paulo (Corinthians, São Paulo, Palmeiras e Santos), os quatro maiores do Rio (Flamengo, Vasco, Fluminense e Botafogo), os dois mais tradicionais do Rio Grande do Sul (Grêmio e Internacional) e os dois mais famosos de Minas Gerais (Cruzeiro e Atlético-MG).

A liderança do ranking ficou com os quatro de maior torcida, - Flamengo, Corinthians, São Paulo e Palmeiras -, mas o estudo deixa claro que só isso não seria suficiente. Também pesaram ações praticadas por eles.

Os dados trazem curiosidades e confirmam convicções, como a de que o Flamengo conta com grande participação de diferentes Estados do País para se consolidar como maior torcida - levando-se em consideração apenas a região Sudeste, perde para o Corinthians - e que tem a maior parte de seus fãs nas classes D e E. O clube ampliou a receita graças à bilheteria, que saltou de R$ 1,5 milhão em 2003 para R$ 21,1 milhões em 2008, além de boa remuneração de ações de marketing e cotas de TV.

As constatações sobre o Corinthians surpreendem em alguns detalhes, como o fato de contar com mais concentração de torcedores de bom poder aquisitivo e diminuir porcentual nas classes D e E. O clube chega a passar o Flamengo entre pessoas com renda familiar entre 5 e 10 salários mínimos. O crescimento da receita foi de 203% com bilheteria desde 2003 e aumento de 136% com marketing.

A FORÇA DO MORUMBI

O São Paulo, terceiro colocado, chegou a esse posto graças, especialmente, ao bom aproveitamento de seu estádio, o Morumbi. Mesmo com menos torcida que Flamengo e Corinthians, a marca do clube se aproxima dos líderes graças a uma evolução de 234% com bilheteria e 93% com marketing. O estádio, aliás, pode ser um diferencial quando estiver pronto para a Copa de 2014. Pela lógica, se o clube contasse com torcida tão grande quanto as de Flamengo e Corinthians, lideraria o ranking. Assim como se pode entender que, com estádios particulares, Flamengo e Corinthians teriam vantagem maior.

O Palmeiras, que briga cabeça a cabeça com o Vasco pela quarta posição entre as torcidas - está na frente na região Sudeste, mas perde no Nordeste, Norte e Centro-Oeste -, tem a quarta marca mais valiosa e também apresenta um crescimento considerável em bilheteria: 251%. A evolução com marketing foi na casa de 79%.

O outro paulista neste estudo é o Santos, oitavo colocado, que sofre com a limitação de seu estádio para aumentar a bilheteria. Seu maior crescimento veio das receitas com marketing, 106% em seis anos.

Além do cenário positivo que o futebol vive no País pela proximidade da Copa de 2014 e das razões particulares de cada um (centenário, títulos de expressão, resgate de sua tradição), os clubes têm agora uma razão a mais para sonhar com um futuro promissor: descobriram que seu nome tem muito valor.
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Flamengo, Corinthians e São Paulo valem mais de R$ 500 milhões
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Veja tabelas com as 12 maiores marcas do futebol mundial e, na sequência, as 12 mais valiosas do futebol brasileiro (em milhões de reais):

1. Manchester United (Inglaterra) - 3.204
2. Real Madrid (Espanha) - 2.408
3. Arsenal (Inglaterra) - 2.136
4. Bayern de Munique (Alemanha) - 1.975
5. Liverpool (Inglaterra) - 1.797
6. Milan (Itália) - 1.762
7. Barcelona (Espanha) - 1.708
8. Chelsea (Inglaterra) - 1.424
9. Juventus (Itália) - 1.068
10. Schalke 04 (Alemanha) - 907
11. Tottenham (Inglaterra) - 792
12. Lyon (França) - 752

1. Flamengo (RJ) - 568
2. Corinthians (SP) - 563
3. São Paulo (SP) - 552
4. Palmeiras (SP) - 420
5. Internacional (RS) - 231
6. Grêmio (RS) - 214
7. Cruzeiro (MG) - 139
8. Santos (SP) - 135
9. Vasco (RJ) - 122
10. Fluminense (RJ) - 109
11. Botafogo (RJ) - 97
12. Atlético (MG) - 92

Daonde?! Anelso Paixão - 27/12/2009 para O Estado de São Paulo.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Escrever é fácil: você começa com uma letra maiúscula e termina com um ponto final. 
No meio você coloca as idéias.


(Pablo Neruda)

Fãs de vinho podem trocar experiências em rede social

Os internautas apreciadores de vinho podem contar com uma rede social criada exclusivamente para eles. Lançada em fevereiro de 2010, a WineTag possui 25 mil vinhos cadastrados em seu banco de dados, mais de 2.700 usuários e 1.200 consultas diárias. Quem quiser pode fazer um perfil e compartilhar avaliações sobre vinhos, para que seus seguidores tenham acesso às informações postadas. A iniciativa pretende construir um banco de dados baseado nas informações e experiências dos próprios usuários.
Em agosto, ainda será possível acessar a rede pelo celular, quando será lançado um aplicativo para smartphones. Com as etiquetas QR Code, disponibilizadas gratuitamente pela WineTag para que sejam colocadas nas garrafas por vinículas, importadoras, supermercados e restaurantes, o consumidor poderá apontar a câmera do smartphone e ter acesso às informações, como características da bebida e comentários dos usuários. Monitores Tag Screens também permitem que as avaliações feitas no site sejam levadas para os pontos-de-venda.
Daonde? Portal Exame - 2/08/10

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Trailer interativo Sex and the city 2

Ok, o filme é de mulherzinha.. mas, alguém já tinha visto um trailer em que tu clica em cima dos vestidos, brincos, cupcakes e tem todas as informações?

Tudo o que aparecer a "mãozinha" dá para clicar e, logo abaixo, aparece a informação. É tudo muito rápido mas dá para rever tudo com calma depois.

Taí o link então:

A dica achei no blog As Marias

terça-feira, 6 de julho de 2010

Se o pato perde a pata ele fica viúvo ou aleijado?

Esse é um daqueles textos que circulam na internet, mas como fala em liderança e pessoas insubstituíveis, achei interessante compartilhá-lo.

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.

Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível".

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.

Os gestors se entreolham, alguns abaixam a cabeça.

Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim.
-E Beethoven ?
- Como? - o encara o diretor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?

Silêncio...

O funcionário fala então:

- Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.

Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.
Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico?


Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.

Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa.

Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'erros/ deficiências' .

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo , se Picasso era instável , Caymmi preguiçoso , Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico ...

O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Se seu gerente/coordenador , ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder/ técnico, que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter n otas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.

Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados . . . apenas peças.

Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões 'foi pra outras moradas'. Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: "Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para sub stituí-lo, chamamos:... . Ninguém ... pois nosso Zaca é insubstituível"

"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo..., mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."

Autor desconhecido