terça-feira, 23 de novembro de 2010

"10 Estratégias de Manipulação" através da mídia.

O linguista Noam Chomsky elaborou a lista das "10 Estratégias de Manipulação"através da mídia.
1. A estratégia da distração. O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundação de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir que o público se interesse pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado; sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja com outros animais (citação do texto "Armas silenciosas para guerras tranquilas").
2. Criar problemas e depois oferecer soluções. Esse método também é denominado "problema-ração-solução". Cria-se um problema, uma "situação" previsa para causar certa reação no público a fim de que este seja o mandante das medidas que desejam sejam aceitas. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o demandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para forçar a aceitação, como um mal menor, do retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços púbicos.
3. A estratégia da gradualidade. Para fazer com que uma medida inaceitável passe a ser aceita basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, por anos consecutivos. Dessa maneira, condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990. Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que teriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4. A estratégia de diferir. Outra maneira de forçar a aceitação de uma decisão impopular é a de apresentá-la como "dolorosa e desnecessária", obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrificio imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Logo, porque o público, a massa tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isso dá mais tempo ao público para acostumar-se à ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5. Dirigir-se ao público como se fossem menores de idade. A maior parte da publicidade dirigida ao grande público utiliza discursos, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade mental, como se o espectador fosse uma pessoa menor de idade ou portador de distúrbios mentais. Quanto mais tentem enganar o espectador, mais tendem a adotar um tom infantilizante. Por quê? "Ae alguém se dirige a uma pessoa como se ela tivesse 12 anos ou menos, em razão da sugestionabilidade, então, provavelmente, ela terá uma resposta ou ração também desprovida de um sentido crítico (ver "Armas silenciosas para guerras tranquilas")".
6. Utilizar o aspecto emocional mais do que a reflexão. Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional e, finalmente, ao sentido crítico dos indivíduos. Por outro lado, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de aceeso ao inconsciente para implantar ou enxertar ideias, desejos, medos e temores, compulsões ou induzir comportamentos...
7. Manter o público na ignorância e na mediocridade. Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. "A qualidade da educação dada às classes sociais menos favorecidas deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que planeja entre as classes menos favorecidas e as classes mais favorecidas seja e permaneça impossível de alcançar (ver "Armas silenciosas para guerras tranquilas").
8. Estimular o público a ser complacente com a mediocridade. Levar o público a crer que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto.
9. Reforçar a autoculpabilidade. Fazer as pessoas acreditarem que são culpadas por sua própria desgraça, devido à pouca inteligência, por falta de capacidade ou de esforços. Assim, em vez de rebelar-se contra o sistema econômico, o indivíduo se autodesvalida e se culpa, o que gera um estado depressivo, cujo um dos efeitos é a inibição de sua ação. E sem ação, não há revolução!
10. Conhecer os indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem. No transcurso dosúltimos 50 anos, os avançosacelerados da ciência gerou uma brecha crescente entre os conhecimentos do público e os possuídos e utilizados pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" tem disfrutado de um conhecimento e avançado do ser humano, tanto no aspecto físico quanto no psicológico. O sistema conseguiu conhecer melhor o indivíduo comum do que ele a si mesmo. Isso significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos, maior do que o dos indivíduos sobre si mesmos.

* Linguista, filósofo e ativista político estadunidense. Professor de Linguística no Instituto de Tecnologia de Massachusetts

Tim Burton cria conto colaborativo via Twitter p promover mostra em museu

Tim Burton, o renomado diretor de 'Sweeney Todd' e 'Alice no País das Maravilhas', está criando o seu próprio conto colaborativo na web, com a ajuda do Twitter. Conhecido na literatura como 'Cadáver esquisito', a composiçao tem início com uma frase do próprio Tim Burton e ganha vida com a contribuiçao dos tuiteiros, que devem usar a hashtag 'BurtonStory'. Os melhores tuites sao selecionados para continuar a história, em um projeto que deve se estender até 6 de dezembro, dia da inauguraçao da exibiçao dos trabalhos de Burton em um museu em Toronto, no Canadá. Os mesmos trabalhos foram expostos no MoMA de NY, onde receberam a 3a maior audiência da história do museu. Com informaçoes do Mashable.


Tim Burton cria conto colaborativo via Twitter p promover mostra em museu


Via Bluebus

Rede social de drinks

http://kooler.me/


Cada dia um drink novo!

domingo, 21 de novembro de 2010

Ah, o café...

http://www.youtube.com/watch?v=gTZUiiEzegs&feature=player_embedded#at=152

taí a explicação do porquê que ainda tô no capuccino e não aderi ao expresso... hehehe

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Boutiques.com - experiência de compra personalizada

Google também está interessado em moda, lança o site Boutiques.comO Google anunciou ontem o lançamento do Boutiques.com que descreve como "uma experiência de compras personalizada". O site é praticamente um paraíso do consumo fashion - exibe diferentes estilos de roupas e acessórios para todos os gostos. É possível escolher, por exemplo, entre celebridades, estilistas, varejistas, consultores de moda e conferir as suas indicações.


Os usuários também podem criar sua própria boutique - uma página exclusiva com os itens que mais gostam, e receber sugestoes de acordo com o seu perfil. O site ainda sugere o que cai bem com determinada peça e permite localizar itens por cor, estampa e tamanho, por exemplo. Por enquanto o Boutiques.com abrange apenas moda feminina e as compras só podem ser feitas a partir dos EUA. Saiba mais no blog do Google.


Via: Bluebus


quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Redes sociais, o filme

O que tá na moda não incomoda. Belo ditado que define o que está acontecendo hoje em dia neste fenômeno chamado redes sociais.


Todo mundo “curtindo”, compartilhando, se expressando. Mas como tudo isso começou? Esse filme retrata a origem do Facebook e, também, como funciona o comportamento humano perante tudo isso.

Um milhão de dólares não é legal. Sabe o que é legal? Um bilhão.

Trailer aqui: http://www.youtube.com/watch?v=cRSTySErIHg&feature=channel

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

We all want to be young

O filme 'We All Want to Be Young' é o resultado de diversos estudos realizados pela BOX1824 nos últimos 5 anos. A BOX1824 é uma empresa de pesquisa especializada em tendências de comportamento e consumo.
http://www.vimeo.com/16641689