segunda-feira, 12 de julho de 2010

Trailer interativo Sex and the city 2

Ok, o filme é de mulherzinha.. mas, alguém já tinha visto um trailer em que tu clica em cima dos vestidos, brincos, cupcakes e tem todas as informações?

Tudo o que aparecer a "mãozinha" dá para clicar e, logo abaixo, aparece a informação. É tudo muito rápido mas dá para rever tudo com calma depois.

Taí o link então:

A dica achei no blog As Marias

terça-feira, 6 de julho de 2010

Se o pato perde a pata ele fica viúvo ou aleijado?

Esse é um daqueles textos que circulam na internet, mas como fala em liderança e pessoas insubstituíveis, achei interessante compartilhá-lo.

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.

Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível".

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.

Os gestors se entreolham, alguns abaixam a cabeça.

Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim.
-E Beethoven ?
- Como? - o encara o diretor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?

Silêncio...

O funcionário fala então:

- Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.

Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.
Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico?


Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.

Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa.

Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'erros/ deficiências' .

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo , se Picasso era instável , Caymmi preguiçoso , Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico ...

O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Se seu gerente/coordenador , ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder/ técnico, que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter n otas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.

Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados . . . apenas peças.

Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões 'foi pra outras moradas'. Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: "Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para sub stituí-lo, chamamos:... . Ninguém ... pois nosso Zaca é insubstituível"

"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo..., mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."

Autor desconhecido

domingo, 4 de julho de 2010

Sobre uma obra de arte


Estou me tornando fã de Renoir, pintor impressionista que dentre várias obras famosas pintou Le Moulin de La Galette (Baile no "Moulin de la Gallete") 1876. Concordo em gênero, grau e número com suas palavras:

"Hoje em dia pretende-se explicar tudo. Mas se se pudesse explicar um quadro não seria uma obra de arte. Quer que eu lhe diga que qualidades constituem a verdadeira arte? Ela tem que ser indescritível e inimitável... A obra de arte tem de arrebatar o observador, pôr-se à sua volta e levá-lo consigo. Nela o pintor transmite a sua paixão, ela é corrente que se emite e pela qual ela envolve o observador na sua paixão."

Renoir (1841-1919)