terça-feira, 24 de maio de 2011

Sobre uma obra de arte II

Lendo a revista Arte! Brasileiros (mai/jun 2011) li um comentário de um crítico que muito concordo:
“Uma obra [de arte] não fica tão somente porque reflete a sensilidade de seu momento histórico. Mas fica ainda menos se não a reflete.”
Taí o por quê do meu gosto em ouvir os audioguides ou fazer visitas guiadas, pois uma tela vermelha com um risco preto pode significar muito mais do que aparenta.

Neste link ( http://bit.ly/jQRaLJ ) do SESC-SP há uma palestra da Jacqueline Chanda sobre o tema "Arte e Tessitura da Vida: A Questão Étnica nos Parâmetros Multiculturais da História da Arte", e nele há uma explicação de como historiadores identificam uma obra de arte, como se reconhece um estilo, como funciona a iconologia e a semiótica de uma obra.

Para os apreciadores, vale a pena a leitura! 

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