
Curiosidades sobre a origem de alguns "acessórios" feminimos:
::: Batom
Pintar a boca era comum no antigo Egito. A rainha Nefertiti mostra que as mulheres já pintavam os lábios mil anos antes de Cleópatra. No século 13, um monge da cidade italiana de Pisa descobriu o chamado carmim de Cochinella, pigmento vermelho solúvel em água e usado para deixar os lábios mais sedutores – mas em segredo, porque a Igreja Católica condenava o hábito. Em 1915, surgiram os primeiros batons, fixados numa base de metal dourado e protegidos por uma tampa. O batom, como o conhecemos hoje, só foi colocado à venda em 1921, em Paris, com o nome de Ne M'Oubliez Pas ("não me esqueça"). Sucesso instantâneo, o cartucho ganhou rosca e passou a ser vendido no mundo inteiro.::: Salto alto
A corte real francesa do século 17 foi a primeira a popularizar o salto alto. Ele mantinha o pé relativamente a salvo da lama, criava elevação física correspondente à posição social dos nobres e fazia afetar o andar. Ainda hoje é um dos fetiches masculinos preferidos – pela beleza estética que transmite e pelo sedutor balanço dos quadris que proporciona. Para as mulheres, é uma verdadeira mania.
::: Sutiã
A delicada peça de lingerie tem seu berço no francês soutien ("sustentar"). Cansada de corpetes de ossos de baleia e incômodos espartilhos, a francesa Hemine Cadolle, em 1889, foi a precursora da invenção ao usar dois lenços e uma fita cor-de-rosa. Enquanto o Brasil proclamava a República, a França proclamava o sutiã....
::: Perfume
As civilizações antigas usavam defumadores e incenso para perfumar o ambiente. Daí a palavra perfume, do latim per fumum, através da fumaça. É, portanto, a emanação aromática com efeito suave e agradável ao olfato. A indústria do perfume, uma das mais sofisticadas do mundo, destacou-se na França. O motivo? O clima frio do país. Por causa dele, as pessoas dispensavam o banho regular e optavam por perfumarem-se.
::: Biquíni
Em 1º de julho de 1946, os Estados Unidos escolheram um atol (pequena ilha muito rasa) chamado Bikini, na Oceania, para seus primeiros testes nucleares. Sobre ele lançaram a bomba atômica. O estilista francês Louis Réard aproveitou o nome do atol para batizar sua mais recente criação: um maiô de duas peças que primeiro chamou de "le minimum" e depois de bikíni, por causa da minúscula dimensão do atol – e não para expressar o efeito explosivo da nova moda e muito menos porque o atol, com a explosão, dividiu-se em duas partes... O novo traje era tão ousado, para a época, que até modelos profissionais se recusaram a vesti-lo em público. Réard teve que recorrer a Micheline Bernardi, uma stripper do Cassino de Paris, que o exibiu em 26 de julho de 1946.
Fonte: http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/donna/
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